domingo, 1 de abril de 2012

Bacalhau do Porto

Ao escrever este post hoje, lembrei-me do amigo Paulo Jorge, nascido em Coimbra, professor de história, que sempre posta em seu facebook lindas fotos do seu país, tão rico em arquitetura e paisagens naturais. Espero que ele possa ler este post de onde quer que esteja.

Hoje trago para vocês, amigos e seguidores do blog, uma experiência gastronômica que me fez muito feliz alguns dias atrás, não apenas pela comida deliciosa, mas pelo ambiente aconchegante e de bom gosto.

Um cantinho português no bairro Ipiranga, na cidade de São Paulo.

Por fora um imóvel de cor alaranjada na esquina da Rua Vergueiro. Por dentro uma decoração portuguesa de muito bom gosto, atendimento simpático e um universo de sensações ao viajar pelo cardápio.


Vale a pena acessar o site do local para saber como surgiu o restaurante:
http://www.obacalhaudoporto.com.br/


Foto de Marina Toledo


Até a próxima!




domingo, 18 de março de 2012

Palacete Conde de Sarzedas - Centro de São Paulo

Parece um desenho, mas é o Palacete Conde de Sarzedas no Centro de São Paulo.


Tirei esta foto quando passei pelo local a trabalho na semana passada e decidi postar aqui para o pessoal que acompanha o blog.

Quem quiser conhecer a história do Palacete pode acessar o link: http://www.tjsp.jus.br/museu/palacio/conde_sarzedas.aspx

Vale a pena conferir a história.

Até a próxima!


foto de Marina Toledo


quarta-feira, 7 de março de 2012

Mulheres divinas


Nosso dia é amanhã, mas...

Mulher tem essa coisa meio divina, meio guerreira. O olhar de uma mulher pode soltar raios de luz ou flechas de ira, dependendo do que tenha acontecido, do que tenha ouvido, ou simplesmente de uma fase da lua.
Não mexa com seus filhos, com sua família nem com seus amigos. Não tente passar por cima de uma mulher, porque se necessário for, ela aprenderá a guiar um trator para esmagar você.
Não importa o que ela seja ou que fase da vida esteja vivendo, antes de tudo ela é mulher, e carrega dentro de si todo o estigma desta raça.
Uma raça, diga-se de passagem, onde Deus botou a mão com mais sensibilidade.
Não nos gabemos disso, claro. Mas que outro ser humano consegue viver tantas sensações ao mesmo tempo, como alegria/tristeza, euforia/desânimo, força/fraqueza, e ainda por cima cuidar da carreira, da família e de seu companheiro com todo o carinho disponível no mundo?
Cá entre nós, meninas, os homens sucumbiriam em pouco tempo caso tivessem de enfrentar a rotina profissional e emocional que vivemos todo santo dia.
Não que sejamos melhores do que os homens, somos apenas diferentes, pois somos dotadas de capacidades que eles ainda não desenvolveram totalmente, assim como nós ainda não somos tão práticas, nem tão lógicas etc.
Somos nós quem ensinamos a eles a ser mais amorosos com a família, mais atenciosos com os amigos, menos egoístas com a vida, mais pacientes com as situações quotidianas e mais positivos em relação aos sentimentos.
Sei que nosso dia é amanhã, mas eu gostaria que a comemoração começasse agora, afinal não somos mulheres apenas no dia 8 de março.

Meu beijo grande a todas as mulheres, divinas, que fazem e acontecem, mesmo que em seus ombros repouse o peso da responsabilidade das grandes coisas!

domingo, 23 de outubro de 2011

Amo...

Amo como ama a primavera suas flores
que desabrocham cor em perfume
fazendo o sentido aguçar

Amo como ama o cego suas mãos
que tateiam o infinito de sensações
deixando o cérebro enxergar

Amo como ama o anjo suas asas
que atendem preces profundas
ouvindo a oração despertar

Amo como ama o poeta seus poemas
que descrevem doçuras e delírios
querendo a palavra transformar





quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Magnifico Colosseo - por Diego Maturo Ghilardi

Olá a todos os leitores do Poeira Viajante!

Venho escrever mais uma vez um pouco sobre os lugares onde estive na Itália.  Poderia escrever páginas e mais páginas sobre as muitas histórias de Roma, mas hoje vou falar especificamente sobre um monumento colossal.
Assim que cheguei à estação de trem Roma Termini a primeira coisa que fiz foi ir em direção ao Coliseu (Colosseo) e descendo a Via Del Fagutale me arrepiei assim que pude avistá-lo. Não tenho palavras para descrever o sentimento; parecia um sonho estar na frente de um monumento tão grandioso. Por um momento imaginei estar na Roma antiga, caminhando para assistir aos jogos de gladiadores. Fantástico!
Dei uma volta em torno de toda a arena e como estava ficando tarde deixei para entrar no dia seguinte.
Ao entrar tive a sensação de estar em um estádio de futebol, imaginando toda aquela gente lotando a arena para assistir aos jogos, mas ao mesmo tempo senti um clima pesado das batalhas sanguinárias e das milhares de pessoas que morreram naquele lugar.

Foi Vespasiano no ano de 72 d.C. que iniciou a construção do primeiro anfiteatro permanente de Roma para a realização dos jogos de gladiadores. Para construí-lo o imperador drenou o exuberante lago da casa de Nero, ganhando fama entre os cidadãos e oferecendo-lhes espetáculos magníficos.
Mas foi seu filho Titus que inaugurou o edifício, com 100 dias de festividades. A partir da dinastia Flavia o anfiteatro passou a levar o nome de “Flavio”, embora desde a idade média tenha sido chamado Coliseu (Colosseo), por causa da colossal estátua de bronze do imperador Nero que ficava ao seu lado.

O Coliseu foi construído ao redor de uma arena central oval, onde os gladiadores lutavam até a morte. Enquanto os gladiadores morriam o público permanecia sentado em cadeiras confortáveis e protegidas por um enorme teto de lona. Sob os assentos e o chão da arena havia uma complexa série de quartos e passagens para guardar os animais e preparar os “espetáculos”.
Os gladiadores eram heróis adorados, apesar de não ser aceitos socialmente. Alguns eram homens livres ou aristocratas, que tinham perdido sua fortuna e escolheram viver vidas curtas, porém gloriosas. A maioria, no entanto, era formada por prisioneiros de guerra e criminosos condenados. Dezenas de milhares morriam nos combates corpo a corpo, lutando contra animais selvagens ou em simuladas batalhas navais sobre verdadeiros navios na arena inundada. A emoção era grande e a violência era derramada sobre o público.
No decorrer dos séculos diversos desastres ameaçaram sua estrutura, especialmente o desastroso incêndio de 217 d.C., quando o anfiteatro teve de ser em grande parte reconstruído, como podemos ver hoje e tornou a viver até o século V d.C., quando Valentiniano III aboliu os jogos sangrentos (435/438) que não eram mais apreciados pelas pessoas que, em sua maioria, era Cristã.
No entanto, lutas com feras ainda foram documentadas em 523 d.C., durante o reinado de Teodorico.
Então o Coliseu foi usado como uma fortaleza da família Frangipane e sobre suas estruturas foram implantadas casas, jardins, lojas, abrigos de animais e mercados abertos na praça da arena. Foram iniciadas escavações e trabalho de recuperação apenas a partir da idade  Napoleônica e um pouco mais tarde o Coliseu foi ordenado a símbolo da memória dos mártires cristãos, e ainda hoje o Papa celebra a procissão da sexta-feira Santa.
Uma coisa é certa: a sensação de estar diante do magnífico Coliseu é inexplicável e recomendo a todos que passarem por Roma, visitem esse colossal monumento da Roma antiga.
Mais uma vez agradeço pelo espaço cedido pela minha amiga/irmã Marina!
Um abraço a todos e até a próxima aqui no blog.





Fotos de Diego Maturo Ghilardi


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Nada é perfeito, mas pode ser maravilhoso

Saiba dizer as palavras certas
mas coloque-as em prática

Realize ao menos uma boa ação
mas que ela não seja ostensiva

Tenha medo de vez em quando
mas que ele não domine suas decisões

Solte um grito preso
mas que seus inimigos não ouçam

Não ligue para todas as críticas
mas reflita sobre as construtivas

Seja firme na opinião
mas sem ofender o próximo

Libere os ressentimentos
mas aprenda com a maldade alheia

Compre um belo buquê de flores
mas que não seja apenas para uma data especial

Dê valor a quem ama verdadeiramente você
mas não esqueça-se disso em uma discussão

Tenha uma noite romântica
mas que esta não seja a única

Ame com respeito e carinho
mas também com amor e paixão

Saiba que nada é perfeito
mas pode ser maravilhoso



Foto Marina Toledo

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Sobre o amor à primeira vista

Para começar a semana no blog, que tal uma breve reflexão sobre o amor à primeira vista?


Desculpem-me os românticos de plantão, mas não acredito em amor à primeira vista, nem que alguém passe a amar da noite para o dia.
Amor e amar exigem tempo...
Tempo para olhar nos olhos, reparar nos gestos, despertar os abraços.
Tempo para dividir medos, compartilhar desejos, descobrir afinidades.
Tempo para identificar os defeitos (e aceitá-los) e para conhecer as qualidades (e admirá-las).
Tempo para querer realmente estar junto e também para sentir saudade.
É preciso tempo...
Tempo para descobrir que de verdade o amor chegou.




Texto de Marina Toledo.
Foto de Michel de Paula.